Boas-vindas

 

 

Bem-vindos e obrigado por visitar o Allan Kardec Doctrinal Society of New York também conhecido como AKDS. Nosso objetivo com esta página é realçar os princípios da Doutrina dos Espíritos. Por favor fique a vontade para ler mais sobre o Espiritismo e o nosso centro espírita nesta página, ou venha nos visitar pessoalmente. Gostaríamos muito de conhecê-lo!

Objetivo

 

"O Espiritismo tem por missão fundamental, entre os homens, a reforma interior de cada um, fornecendo explicações ao porque dos destinos, razão pela qual muitos conceitos usuais são por ele restaurados ou corrigidos, para que se faça luz nas consciências e consolo nos corações..."                                                                                                                                                                                                                                                                    Divaldo Franco

 

 

"O homem já não caminha às cegas: sabe donde vem, para onde vai e por que está na Terra. O futuro se lhe revela em sua realidade, despojado dos prejuízos da ignorância e da superstição. Já nāo se trata de uma vaga esperança, mas de uma verdade palpável, tão certa como a sucessão do dia e da noite. Ele sabe que o seu ser não se acha limitado a alguns instantes de uma existência transitória; que a vida espiritual não se interrompe por efeito da morte; que já viveu e tornará a viver e que nada se perde do que haja ganho em perfeição; em suas existências anteriores depara com a razão do que é hoje e reconhece que: do que ele é hoje, qual se fez a si mesmo, poderá deduzir o que virá a ser um dia. "                                                                                                                             A Gênese Cap. XVIII, 15

 

 

Dentro desta proposta o Allan Kardec Doctrinal Society of New York vem tentando proporcionar:

o conhecimento do Espiritismo e a meditação nos seus postulados.

 

Horário

 

 

Domingo às 11:50hs

Evangelização Infantil

 

Domingo às 12:00hs

Estudos Doutrinários  

Último Domingo do Mês às 2:00hs

Encontro com os Jovens

 

Mondays 6:30 PM

Study of The Spirits' Book and The Gospel Explained by The Spiritist Doctrine

 

Segunda-Feira às 20:00hs

Estudos Doutrinários  

 

Quarta-feira às 19:30hs

Estudo dos livros: "O Livro dos Médiuns" e " Mediunidade: Desafios e Bençãos"

AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS AKDS 

Estudo de Domingo:

 

 

6/12/20 às 12:00hs

 

"O Socorro do Alto Segundo o Espiritismo"

Mensagem da Semana

 

Você gostaria de assistir no seu celular ou no seu computador os Estudos da casa?

Basta descarregar o App "Zoom" grátis e clicar em um dos links abaixo.

 Estudo de Domingo às 12:00hs clicar no link abaixo:

https://us02web.zoom.us/j/82936686833?pwd=WG10R2pNQ2NWWmlSSTBFMmc0cWxsQT09

"Alcançando o fim da vossa fé, que é a salvação das vossas almas". Pedro (I Pedro, 1:9.) 

  

  "Qual a finalidade do esforço religioso em minha vida?" Esta é a interrogação que todos os crentes deveriam formular a si mesmos, frequentemente.

  O trabalho de auto-esclarecimento abriria novos caminhos à visão espiritual.

  Raramente se entrega o homem aos exercícios da fé, sem espírito de comercialismo inferior. Comumente, busca-se o templo religioso com a preocupação de ganhar alguma coisa para o dia que passa.

  Raciocínios elementares, contudo, conduziriam o pensamento a mais vastas ilações.

 Seria a crença tão-somente recurso para facilitar certas operações mecânicas ou rudimentares da vida humana? Os irracionais, porventura, não as realizam sem maior esforço?     Nutrir-se, repousar, dilatar a espécie, são característicos dos próprios seres embrionários.

 O objetivo da fé constitui realização mais profunda. É a "salvação" a que se reporta a Boa Nova, por excelência. E como     Deus não nos criou para a perdição, salvar, segundo o Evangelho, significa elevar, purificar e sublimar, intensificando-se

a iluminação do espírito para a Vida Eterna.

  Não há vitória da claridade sem expulsão das sombras, nem elevação sem suor da subida.

  A fé representa a bússola, a lâmpada acesa a orientar-nos os passos através dos obstáculos; localizá-la em ângulos inferiores do caminho é um engano de consequências desastrosas, porque, muito longe de ser uma alavanca de impulsão para baixo, é asa libertadora a conduzir para cima.

 

 

Emmanuel

Estudo de Segunda-Feira às 20:00hs clicar

no link abaixo:

https://us02web.zoom.us/j/85976957196?pwd=cXFia1lLTDJLTUp2V1F0NUluUmpaQT09

AKDS 30 ANOS

1990-2020

9 de Outubro

Visite a nossa nova página:

"Para o Momento Que Vivemos"

Criada para nos informar, nos dar suporte e entendimento para a crise mundial por que passa o nosso planeta.

Meios de Contribuir Com o AKDS

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Deduzido do Imposto de Renda

Os Dois Portos

A vida são dois portos com características diferentes. Quando se está no corpo de carne vêem-se os sinais da reencarnação e lentamente a barca da matéria traz o Espírito entre júbilos e ternuras para a experiência carnal.

Os que o recebem dizem: - Chegou!

Passado o período largo, a barca experimenta desequilíbrios, desorganiza-se, e vão diminuindo as energias, até o momento em que o viajante desaparece de vista e os que o tinham próximo asseveram: - Eis que se foi.

Esse é o porto terrestre.

Do outro lado, porém, do oceano material há um outro porto.

Os que estão lá estão aguardam o viajante entre destroços e, se foi um nauta dignificado pelo dever, é recebido com júbilos e todos dizem: - Chegou. Porém, quando se faz imperioso partir, os que ficam lá, preocupados dizem: - Eis que se vai.

As emoções de um porto como do outro são correspondentes.

Enquanto os que ficam no mundo choram os viajantes que partem, na Espiritualidade os afetos queridos rejubilam-se e os recepcionam de retorno.

Quando, da Espiritualidade, o mensageiro viaja, as preocupações e saudades que lá se demoram são correspondidas na Terra pelas alegrias e perspectivas de triunfo de quem chega.

A vida são dois portos. Entre um e outro, de entrada e de saída da matéria, existe a experiência carnal para preparar o viajante na desincumbência do ministério que veio exercer.

Que se viva de acordo com a consciência do dever, porque, em verdade, quando se sai de um para outro porto, ou quando se vem daquele para o terrestre, nunca se sabe da hora ou do dia, de como se parte ou de como se chega...  

 

João Cleófas

 

INFORMATIVO

Temos a grande satisfação de informar que nossa casa reabre mas, com capacidade reduzida para a frequência de 20 pessoas conforme a Lei do nosso estado de New York.

Informamos também que continuaremos com os nossos estudos de Domingo e Segunda-Feira e Evangelização infantil sendo transmitidos via ZOOM.

Assim que novas resoluções sejam tomadas por nosso Governo estaremos informando aos companheiros sobre a reabertura integral de nossa Casa Espírita AKDS.

Para aqueles que estão passando por dificuldades acesse o site do Food Bank. Eles oferecem cestas básicas grátis.
Click no ícone abaixo:
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Eventos:
Estudo do Livro:
Evento Adiado
Entrada Franca
Se Informe e Participe!

Vamos Divulgar!

Profissionais de Saúde Mental

Ligue para o número abaixo se você necessita de ajuda de um profissional desta área.

Hotline: 1 844 863 9314

Saudações Fraternas,

 

Gostaríamos de informar aos queridos frequentadores da nossa Casa Espírita Allan Kardec Doctrinal Society of New York que continuamos trabalhando mesmo nos encontrando com nossas portas fechadas como manda a lei do Estado de New York.

Nestes tempos de pandemia devido ao coronavírus informamos que estamos:

 

  • Transmitindo "live streaming" os estudos (Domingo e Segunda-feira) e a evangelização infantil da casa (Domingo); ( Não deixem de assistir os estudos de conteúdo libertador da Doutrina dos Espíritos)

  • passes coletivos à distância após os estudos no horário habitual; 

  • irradiação de fluidos para o tratamento psicossomático à distância;

  • além do sustento de moradia e de alimentos a 2 famílias necessitadas.

Pedimos que nos avisem se estiverem passando por necessidade para que juntos possamos encontrar uma solução.   

Pedimos ainda contar com a ajuda de todos para que neste período de fisicamente estarmos fechados, continuar a cumprir com as nossas obrigações financeiras. 

No nosso site (www.akds.org) podemos encontrar além de um acervo de informações que aumenta todo dia em conteúdo, um link ao PayPal para aqueles que possam nos auxiliar no campo "Meios de Contribuir com o AKDS"

 

Muito Obrigado a todos os companheiros.

 

A Diretoria

Allan Kardec Doctrinal Society of New York - AKDS

AKDS      

 

 

A Visão Espírita Sobre os Flagelos Naturais

 

Mediante as experiências educativas que o mundo vive nesses momentos em que enfrenta pandemia é importante relembrar ou lembrar o que a Doutrina Espírita esclarece sobre os flagelos destruidores.
No livro dos Espíritos, editado desde 1857, os Espíritos esclarecem sabiamente o assunto ao responderem os questionamentos que Allan Kardec formulou.


Vejamos então as perguntas 737 a 741 de O Livro dos Espíritos:

 

737. Com que fim fere Deus a Humanidade por meio de flagelos destruidores?

“Para fazê-la progredir mais depressa. Já não dissemos ser a destruição uma necessidade para a regeneração moral dos Espíritos, que, em cada nova existência, sobem um degrau na escala do aperfeiçoamento? Preciso é que se veja o objetivo, para que os resultados possam ser apreciados. Somente do vosso ponto de vista pessoal os apreciais; daí vem que os qualificais de flagelos, por efeito do prejuízo que vos causam. Essas subversões, porém, são frequentemente necessárias para que mais pronto se dê o advento de uma melhor ordem de coisas e para que se realize em alguns anos o que teria exigido muitos séculos.”

 

738. Para conseguir a melhora da Humanidade, não podia Deus empregar outros meios que não os flagelos destruidores?

“Pode e os emprega todos os dias, pois que deu a cada um os meios de progredir pelo conhecimento do bem e do mal. O homem, porém, não se aproveita desses meios. Necessário, portanto, se torna que seja castigado no seu orgulho e que se lhe faça sentir a sua fraqueza.”

 

a) Mas nesses flagelos tanto sucumbe o homem de bem como o perverso. Será justo isso?

“Durante a vida, o homem tudo refere ao seu corpo; entretanto, de maneira diversa pensa depois da morte. Ora, conforme temos dito, a vida do corpo bem pouca coisa é. Um século no vosso mundo não passa de um relâmpago na eternidade. Logo, nada são os sofrimentos de alguns dias ou de alguns meses, de que tanto vos queixais. Representam um ensino que se vos dá e que vos servirá no futuro. Os Espíritos, que preexistem e sobrevivem a tudo, formam o mundo real. Esses os filhos de Deus e o objeto de toda a sua solicitude. Os corpos são meros disfarces com que eles aparecem no mundo. Por ocasião das grandes calamidades que dizimam os homens, o espetáculo é semelhante ao de um exército cujos soldados, durante a guerra, ficassem com seus uniformes estragados, rotos, ou perdidos. O general se preocupa mais com seus soldados do que com os uniformes deles.”

 

b) Mas nem por isso as vítimas desses flagelos deixam de o ser.

“Se considerásseis a vida qual ela é e quão pouca coisa representa com relação ao infinito, menos importância lhe daríeis. Em outra vida, essas vítimas acharão ampla compensação aos seus sofrimentos, se souberem suportá-los sem murmurar.”

Venha por um flagelo a morte, ou por uma causa comum, ninguém deixa por isso de morrer, desde que haja soado a hora da partida. A única diferença, em caso de flagelo, é que maior número parte ao mesmo tempo.

Se, pelo pensamento, pudéssemos elevar-nos de maneira a dominar a Humanidade e a abrangê-la em seu conjunto, esses tão terríveis flagelos não nos pareceriam mais do que passageiras tempestades no destino do mundo.

 

739. Têm os flagelos destruidores utilidade, do ponto de vista físico, não obstante os males que ocasionam?

“Têm. Muitas vezes mudam as condições de uma região, mas o bem que deles resulta só as gerações vindouras o experimentam.”

 

740. Não serão os flagelos, igualmente, provas morais para o homem, por porem-no a braços com as mais aflitivas necessidades?

“Os flagelos são provas que dão ao homem ocasião de exercitar a sua inteligência, de demonstrar sua paciência e resignação ante a vontade de Deus e que lhe oferecem ensejo de manifestar seus sentimentos de abnegação, de desinteresse e de amor ao próximo, se o não domina o egoísmo.”

 

741. Dado é ao homem conjurar os flagelos que o afligem?

“Em parte, é; não, porém, como geralmente o entendem. Muitos flagelos resultam da imprevidência do homem. À medida que adquire conhecimentos e experiência, ele os vai podendo conjurar, isto é, prevenir, se lhes sabe pesquisar as causas. Contudo, entre os males que afligem a Humanidade, alguns há de caráter geral, que estão nos decretos da Providência e dos quais cada indivíduo recebe, mais ou menos, o contragolpe. A esses nada pode o homem opor, a não ser sua submissão à vontade de Deus. Esses mesmos males, entretanto, ele muitas vezes os agrava pela sua negligência.”

Na primeira linha dos flagelos destruidores, naturais e independentes do homem, devem ser colocadas a peste, a fome, as inundações e as intempéries fatais às produções da terra. Não tem, porém, o homem encontrado na Ciência, nas obras de arte, no aperfeiçoamento da agricultura, nos afolhamentos e nas irrigações, no estudo das condições higiênicas, meios de impedir, ou, quando menos, de atenuar muitos desastres? Certas regiões, outrora assoladas por terríveis flagelos, não estão hoje preservadas deles? Que não fará, portanto, o homem pelo seu bem-estar material, quando souber aproveitar-se de todos os recursos da sua inteligência e quando, aos cuidados da sua conservação pessoal, souber aliar o sentimento de verdadeira caridade para com os seus semelhantes?

Em Louvor ao Irmão Sol

Quando chegaste à Terra, a noite medieval espalhava o terror, mantendo a ignorância em predomínio de que se locupletavam os poderosos para esmagar os camponeses e os citadinos pobres.

Havia superstição e medo em toda parte, caminhando a humanidade sob o estigma do pecado e do vício que eram punidos com impiedade.

Tu chegaste e apresentaste a Verdade, que nunca mais deixou de iluminar a sociedade.

Existiam a perversidade sem disfarce e a discriminação de todo tipo, havendo-se tornado o homem o lobo do homem, assim ficando desprezível.

Na sua simplicidade santa cantaste o hino de louvor a todas as criaturas, chamando-as docemente de irmãs.

Permanecia epidêmico o ódio, que espalhava o bafio pestilento das guerras intérminas, deixando os campos juncados de cadáveres que apodreciam a céu aberto…

Tua voz, suave e meiga, entoou, então, o canto da paz, e te fizeste o símbolo da verdadeira fraternidade que um dia se estenderá por toda a Terra.

As epidemias dizimavam os seres humanos, reduzidos a hilotas do destino insano, dentro da terrível fatalidade do sofrimento sem termo.

A fé religiosa com a sua pompa extravagante amparava-se nos fortes e os ajudava a perseguir e malsinar os fracos, mas tu tiveste a coragem de despir-te das sedas e brocados do teu pai, desnudando-te, para nascer novamente dedicando-te, a partir daquele momento, aos leprosos de Rivotorto…

No início do teu ministério, quando se aproximaram os primeiros servidores do Amor, riscaste no chão uma cruz e enviaste-os aos quatro pontos cardeais do mundo, para que todos conhecessem o Sol de Primeira Grandeza. Enquanto Ele os houvera enviado dois a dois, tiveste a coragem de os encaminhar a sós, porque sabias que Ele seria o companheiro inseparável daqueles abençoados heróis do amor em todos os seus momentos.

Num período em que a fé religiosa inspirava pavor, aqueles que se consideravam representantes de Deus no mundo, distanciando-se cada vez mais das ovelhas que deveriam pastorear, tomaste a vestimenta de ovelha branda e reuniste aquelas desgarradas, formando um novo rebanho…

Nos teus dias, e mesmo um pouco depois, ninguém te resistia a presença, a voz, a vibração de inefável amor…

Nem mesmo o lobo feroz de Gúbio ou as andorinhas gárrulas, que te perturbavam a canção de amor, quando cantavas aos ouvidos atentos dos sofredores no altar da Natureza, fazendo-as calar-se.

No forte verão, quando tinhas a vista queimada pelo ferro em brasa e estavas ao ar livre, percebeste pelo zumbido das abelhas, que lhes faltavam pólen e flores para fabricar mel. Não trepidaste em solicitar à tua irmã Clara que providenciasse do monastério o alimento para aquelas irmãzinhas laboriosas…

Quem se atreveu a comportar-se dessa forma, depois d’Ele, a quem tanto amaste, a ponto de imitá-Lo em todos os teus momentos, a partir do instante em que Ele te chamou para a reedificação da Sua Igreja moral que estava em escombros?

Oh! Irmão Cantor dos desesperados e esquecidos!

O mundo moderno, rico de glórias ligeiras e pobre de sentimentos, orgulhoso das suas conquistas rápidas, mas que não nota a imensa aflição em que estorcegam as multidões famintas e excluídas da sua sociedade, vivendo uma insuperável noite de horror e de incertezas, necessita de ti com muita urgência.

Nunca houve tanta carência de amor quanto agora, por isso, o teu canto virá diminuir a angústia que se transformou em patética afligente na Terra sofredora.

Há, sem dúvida, grandezas que defluem da ciência e da tecnologia, mas a solidão, a ansiedade, o medo e as incertezas, todos eles filhos do materialismo insensível produzem o vazio existencial, os transtornos psicológicos graves, as doenças psicossomáticas, a loucura pelas drogas, pelo alcoolismo, pelo tabaco, pelo sexo desvairado, levando suas vítimas à fuga pelo suicídio injustificável.

Volta, Irmão Francisco, para novamente reunir as tuas criaturas, todas elas à tua volta como fizeste naqueles dias já recuados, conduzindo-as a Jesus.

Novamente convoca os teus irmãos Leão, Rufino, Chapéu, assim como aqueloutros que contigo construíram o mundo que te escuta há oitocentos anos, mas não tem coragem hoje de seguir-te os passos.

Quantos te abandonaram após a tua volta ao Grande Lar?!

Ainda escutamos o silêncio da deserção deles na turbulência das atrações de onde haviam saído e para aonde retornaram com avidez…

Eles estão novamente, na Terra, aturdidos, saudosos, aguardando a tua voz que conhecem e não conseguem esquecer.

A tua Assis querida agora está ampliada além das muralhas em que se resguardava, e a sociedade em agonia deseja pertencer-lhe à cidadania.

Há música no ar, silêncio nos corações e lágrimas nos olhos de quase todas as criaturas destes dias de inquietações e de incertezas.

Em decorrência, há uma grande expectação denunciando a espera…

Volta, por favor, Irmão Alegria, a fim de que a tristeza do desamor bata em retirada e uma primavera de bênçãos tome conta de tudo.

O céu azul que te agasalhou e os campos verdes com lavanda perfumada que os teus pés feridos pisavam, continuam aguardando-te.

Há multidões que te vêm louvar, bulhentas e festivas, mas indiferentes ao teu chamado, sem valor para te seguir.

Canta, então, novamente, a tua oração simples, com que nos brindaste naqueles dias inesquecíveis, e onde houver desespero faze que se manifestem a paz e a esperança, e ante a ameaça da morte iminente, o ser ressurja em júbilos ante as certezas da ressurreição, porque é morrendo que se vive para sempre.

Irmão Sol, a grande noite moral da atualidade te aguarda ansiosa!

Joanna de Ângelis


Psicografia do médium Divaldo P. Franco, na tarde do dia 3 de junho de 2009, junto à tumba de S. Francisco, ao lado de diversos amigos, em Assis, Itália.
Em 17.08.2009.

Filme sobre a realidade do aborto.

Ajude-nos a divulgá-lo.

Prezados companheiros e irmãos,

O AKDS of New York, vem através dos seus quase 29 anos amparando espiritualmente, fraternalmente e financeiramente centenas de irmãos com seus trabalhos locais e internacionais (através de instituições de caridade e ONGs). Indivíduos e famílias tem sido alvo de nossa ajuda com alimentos, roupas e calçados, material escolar, moradia e acompanhamento médico e educacional.

Com muito sacrifício e trabalho, os seus membros tem oferecido tudo isto com muito amor e renúncia. Encontrando grandes desafios, o AKDS não tem desistido de ajudar de uma forma ou outra.

Neste preciso momento, continuamos com a campanha “NY loves RR” em Roraima, Brasil, amparando os migrantes venezuelanos no Brasil, e fornecendo moradia a uma mãe imigrante, do Brasil, muito doente com seus dois filhos aqui em Nova Iorque.

Os nossos recursos são muito poucos para ajudar a tantos necessitados. Portanto, estendemos o pedido de auxílio a você, companheiro. Se puder nos ajudar com as despesas de aluguel desta família que não tem outro recurso, pelo menos, no futuro imediato, ficaremos muito agradecidos. Sabemos que podemos contar com você neste momento difícil para estes irmãos em provação, porque como Espírita você sabe que “aquele que fizer isto a um dos pequeninos, será a Jesus que o estará fazendo.” Se quiser mais informações, por favor, procure a companheira Luciana ou outro membro da diretoria.

Muito obrigado e que Deus o abençoe!

“Fora da caridade não há salvação”

A alegria das companheiras da Igreja Nossa senhora da Consolata, em Boa Vista no estado de Roraima, com as doações de New York na campanha
NY AMA RR.
Agradecemos a todos que participaram. 

Nossos irmãos Venezuelanos recolhendo as doações dos companheiros do AKDS, trabalhadores e frequentadores, na campanha

NY       RR.

Nossos esforços de amparo aos que necessitam dando frutos em Boa Vista no estado de Roraima.

Entrega de remédios, barracas para famílias desamparadas, mucilon e fraldas.

Boa Notícia!

O Livro dos Espíritos: Agora em Chinês!

Caros amigos e amigas,

A editora Luchnos tem o prazer de anunciar o lançamento de 灵性之书, a versão em chinês de O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, numa tradução realizada por Wallace Gu com a assistência de E.G. Dutra.

Apesar de a China representar quase 20% da população mundial, até agora nenhuma obra espírita havia sido traduzida para o Chinês ainda. Por conta disso, há pouco mais de um ano iniciamos o projeto de tradução das obras de Allan Kardec. A versão em chinês de O Livro dos Espíritos é o primeiro resultado deste projeto.

Além de representar um contingente gigantesco de cerca de 1.4 bilhão de pessoas, os chineses representam de certa forma um público natural para as ideias espíritas, já que as tradições religiosas da China — Confucionismo, Taoísmo e Budismo — têm todas como um dos pilares centrais a crença na reencarnação, por exemplo.

Além disso, a retomada do crescimento do cristianismo na China nas últimas décadas nos leva a crer que a China talvez tenha dentro de pouco mais de dez anos a maior população cristã do planeta.

A popularização do Cristianismo e a crença na reencarnação fazem do espiritismo uma opção natural para muitos chineses.

A versão em chinês de O Livro dos Espíritos pode ser encontrada nas livrarias online como Amazon Barnes & Noble, assim como diretamente no website de nosso distribuidor (com um desconto especial de lançamento), www.lulu.com. Envie uma mensagem para info@luchnos.com e pergunte sobre as condições especiais para livrarias e centros espíritas.

灵性之书》,作者—亚兰·卡甸 中文版

Luchnos很高兴宣布,在E.G. Dutra的协助下,Wallace Gu翻译的由亚兰·卡甸所著的《灵性之书》的中文版正式发布。

尽管中国占世界人口的近20%,但到目前为止,还没有一部灵性主义作品被译成中文。一年多前,我们发起了一个项目来将亚兰·卡甸的作品译成中文。今天出版的中文版本的《灵性之书》是这个企业的第一个成果。

除了拥有近14亿人口的庞大读者群之外,中国人在很多方面都是灵性主义思想的天然受众。

例如,中国的宗教传统——儒教、道教和佛教——都以轮回为中心信条。

此外,基督教在过去几十年的复兴很可能意味着中国将在大约10年内拥有最多的基督教人口。

基督教的兴起,加上轮回的信仰,使灵性主义自然地成为许多中国人的选择。

这本书的中文版可以在亚马逊(www.amazon.com)和巴诺(www.barnesandnoble.com)等网上书店找到,也可以直接在我们经销商的网站 www.lulu.com 上找到。有关批量折扣,请咨询 info@luchnos.com

Daniel Dunglas Home

"O Senhor Daniel Dunglas Home nasceu em 15 de março de 1833, perto de Edimbourg (Escócia). Tem, pois, hoje, 24 anos (artigo escrito por Allan Kardec em fevereiro de 1858). Descende da antiga e nobre família dos Douglas da Escócia, outrora soberana. É um jovem de talhe mediano, louro, cuja fisionomia melancólica nada tem de excêntrico; é de compleição muito delicada, de costumes simples e suaves, de um caráter afável e benevolente sobre o qual o contato das grandezas não lançou nem arrogância e nem ostentação. Dotado de uma excessiva modéstia, jamais exibiu a sua maravilhosa faculdade, jamais falou de si mesmo, e se, na expansão da intimidade, conta coisas que lhe são pessoais, é com simplicidade, e jamais com a ênfase própria das pessoas com as quais a malevolência procura compará-lo. Vários fatos íntimos, que são do nosso conhecimento pessoal, provam nele nobres sentimentos e uma grande elevação de alma; nós o constatamos com tanto maior prazer quanto se conhece a influência das disposições morais sobre a natureza das manifestações. O Senhor Home é um médium do gênero daqueles que produzem manifestações ostensivas, sem excluir, por isso, as comunicações inteligentes; mas as suas predisposições naturais lhe dão, para as primeiras, uma aptidão mais especial. Sob a sua influência, os mais estranhos ruídos se fazem ouvir, o ar se agita, os corpos sólidos se movem, se erguem, se transportam de um lugar a outro através do espaço, instrumentos de música fazem ouvir sons melodiosos, seres do mundo extra-corpóreo aparecem, falam, escrevem e, freqüentemente, vos abraçam até causar dor. Ele mesmo foi visto, várias vezes, em presença de testemunhas oculares, elevado sem sustentação a vários metros de altura. Do que nos foi ensinado sobre a classe dos Espíritos que produzem, em geral, essas espécies de manifestações, não seria preciso disso concluir que o Sr. Home não está em relação senão com a classe íntima do mundo espírita. Seu caráter e as qualidades morais que o distinguem, devem, ao contrário, granjear-lhe a simpatia dos Espíritos Superiores; ele não é, para esses últimos, senão um instrumento destinado a abrir os olhos dos cegos por meios enérgicos, sem estar, por isso, privado de comunicações de uma ordem mais elevada. É uma missão que aceitou; missão que não está isenta nem de tribulações e nem de perigos, mas que cumpre com resignação e perseverança, sob a égide do Espírito de sua mãe, seu verdadeiro anjo guardião. A causa das manifestações do senhor Home é inata nele; sua alma, que parece não prender-se ao corpo senão por fracos laços, tem mais afinidade pelo mundo espírita do que pelo mundo corpóreo; por isso ela se prepara sem esforços, e entra, mais facilmente que em outros, em comunicação com os seres invisíveis. Essa faculdade se revelou nele desde a mais tenra infância. Com a idade de seis meses, seu berço se balançava inteiramente sozinho, na ausência de sua babá, e mudava de ligar. Nos seus primeiros anos, era tão débil que tinha dificuldade para se sustentar, sentado sobre um tapete, os brinquedos que não podia alcançar, vinham, eles mesmos, colocar-se ao seu alcance. Com três anos teve as suas primeiras visões, mas não lhes conservou a lembrança. Tinha nove anos quando sua família foi se fixar nos Estados Unidos; aí os mesmos fenômenos continuaram com uma intensidade crescente, à medida que avançava em idade, mas a sua reputação, como médium, não se estabeleceu senão em 1850, por volta da época em que as manifestações espíritas começaram a se tornar populares nesse país. Em 1854, veio para a Itália, nós o dissemos, por sua saúde; espanta Florença e Roma com verdadeiros prodígios. Convertido à fé católica, nessa última cidade, tomou a obrigação de romper as suas relações com o mundo dos Espíritos. Durante um ano, com efeito, seu poder oculto parece tê-lo abandonado; mas como esse poder estava acima de sua vontade, a cabo desse tempo, assim como lhe havia anunciado o Espírito de sua mãe, as manifestações se produziram com uma nova energia. Sua missão estava traçada; deveria distinguir-se entre aqueles que a Providência escolheu para nos revelar, por sinais patentes, a força que domina todas as grandezas humanas. Para o senhor Home, os fenômenos se manifestam, algumas vezes, espontaneamente, no momento em que menos são esperados. O fato seguinte, tomado entre mil, disso é uma prova. Desde há mais de quinze dias, o senhor Home não tinha podido obter nenhuma manifestação, quando, estando a almoçar na casa de um dos seus amigos, com duas ou três pessoas do seu conhecimento, os golpes se fazem súbito ouvir nas paredes, nos móveis e no teto. Parece, disse, que voltaram. O senhor Home, nesse momento, estava sentado no sofá com um amigo. Um doméstico trás a bandeja de chá e se apressa em colocá-la sobre a mesa, situada no meio do salão; esta, embora fosse pesava, se eleva subitamente e se destaca do solo em 20 a 30 centímetros de altura, como se tivesse sido atraída pela bandeja; apavorado, o criado deixa-a escapar, e a mesa, de pulo, se atira em direção do sofá e vem cair diante do senhor Home e seu amigo, sem que nada do que estava em cima tivesse se desarrumado. Esse fato, sem contradita, não é o mais curioso daqueles que teríamos a relatar, mas apresenta essa particularidade, digna de nota, de ter se produzido espontaneamente, sem provocação, num círculo íntimo, onde nenhum dos assistentes, cem vezes testemunhas de fatos semelhantes, tinha necessidade de novos testemunhos; seguramente, não era o caso para o Senhor Home de mostrar as suas habilidades, se habilidades havia." (1) Outras manifestações: O que distingue Daniel Douglas Home é sua mediunidade excepcional. Enquanto outros médiuns obtém golpes leves, ou o deslocamento insignificante de uma mesa, sob a influência do senhor Home os ruídos, os mais retumbantes, se fazem ouvir, e todo o mobiliário de um quarto pode ser revirado, os móveis montando uns sobre os outros. Igualmente os objetos inertes, ele próprio é elevado até o teto (levitação), depois desce do mesmo modo, muitas vezes sem que disso se aperceba. De todas as manifestações produzidas pelo Sr. Home, a mais extraordinária é a das aparições, segundo análise de Allan Kardec. Do mesmo modo sons se produzem no ar ou instrumentos de música tocam sozinhos. "Seguramente, se alguém fosse capaz de vencer a incredulidade por efeitos materiais, este seria o senhor Home. Nenhum médium produziu um conjunto de fenômenos mais surpreendentes, nem em melhores condições de honestidade." (2) O senhor Home realizou várias experiências perante o Imperador Napoleão II. Durante essas experiências, obteve-se uma prova concreta da assinatura de Napoleão Bonaparte, com a presença da Imperatriz Eugênia, cujo fato aumentou grandemente sua fama. Jamais esse excepcional médium mercadejou seus preciosos dons mediúnicos. Teve inúmeras oportunidades, mas sempre se recusou. Dizia ele: "Fui mandado em missão. Essa missão é demonstrar a imortalidade. Nunca recebi dinheiro por isso e jamais receberei." Como todo o médium, o senhor Home foi caluniado e ferido em sua dignidade, mas nunca lhe faltou, nas horas mais difíceis, o amparo de seus mentores espirituais. 

 

(1) Narração de Allan Kardec - Revista Espírita de 1858, mês de fevereiro. (2) Narração de Allan Kardec - Revista Espírita de 1863, mês de setembro.

Chico Xavier ALERTA OS PAIS: 



"Várias vezes visitei com Emmanuel e André Luiz, as regiões do Umbral... Não vi por lá uma criança sequer, mas pude observar muitos pais que se responsabilizaram pela queda dos filhos - mais pais do que mães!..."

Fazer filho qualquer homem pode fazer. Mas ser PAI vai além de uma simples satisfação sexual. Há as responsabilidades com aquele espírito que está voltando. E que, antes de ser nosso filho, é filho de Deus.

Sabemos que muitos pais são responsáveis, ás vezes, mais que as mães. A eles deixamos nosso respeito. Mas, precisamos alertar os irresponsáveis. Infelizmente, nossa sociedade ainda é machista. E grande culpa é de quem cria os meninos com este conceito.

Observem que, a mulher é "mãe solteira", o homem não recebe o título de "pai solteiro". A mulher é chamada de "vadia, vagabunda, sem vergonha", etc., e o homem de "garanhão". Não vemos homens recebendo os mesmos títulos. Quem sofre com o estupro, é a mulher. Quem entra na Justiça para buscar pensão é a mulher. Na certidão de nascimento vemos "pai desconhecido" e não o contrário. 

Então, aos homens, diremos que, se cuidem, pois na próxima encarnação poderão nascer num corpo feminino e nele sofrer o mesmo abuso e desrespeito que estão fazendo as mulheres passarem, além de passar um tempinho no Umbral. E para as mulheres diremos, cuidem-se, valorizem-se e se acaso o homem que você escolheu para ser pai de seu filho não correspondeu às suas expectativas, crie seu filho com dignidade e responsabilidade. 

Pois, há muitas mulheres iludidas com os prazeres "passageiros" do mundo e negligenciando a maternidade. Algumas delegam a terceiros a guarda do filho em nome da "liberdade". Outras, quando formam nova família descartam o filho do primeiro casamento. A estas dizemos: "lembrem-se, vocês também responderão perante a lei divina."


 

Médium

Chico Xavier

Mensagem do Mês 

  Observai os Pássaros do Céu

6. Não acumuleis tesouros na Terra, onde a ferrugem e os vermes os comem e onde os ladrões os desenterram e roubam; acumulai tesouros no céu, onde nem a ferrugem, nem os vermes os comem; porquanto, onde está o vosso tesouro aí está também o vosso coração.
Eis por que vos digo: “Não vos inquieteis por saber onde achareis o que comer para sustento da vossa vida, nem de onde tirareis vestes para cobrir o vosso corpo. Não é a vida mais do que o alimento e o corpo mais do que as vestes?”
 
Observai os pássaros do céu: não semeiam, não ceifam, nada guardam em celeiros; mas vosso Pai celestial os alimenta. Não sois muito mais do que eles? e qual, dentre vós, o que pode, com todos os seus esforços, aumentar de um côvado a sua estatura?
 
Por que também vos inquietais pelo vestuário? Observai como crescem os lírios dos campos: não trabalham, nem fiam; entretanto, eu vos declaro que nem Salomão, em toda a sua glória, jamais se vestiu como um deles. Ora, se Deus tem o cuidado de vestir dessa maneira a erva dos campos, que existe hoje e amanhã será lançada na fornalha, quanto maior cuidado não terá em vos vestir, ó homens de pouca fé!
 
Não vos inquieteis, pois, dizendo: Que comeremos? ou: que beberemos? ou: de que nos vestiremos? como fazem os pagãos, que andam à procura de todas essas coisas; porque vosso Pai sabe que tendes necessidade delas. Buscai primeiramente o Reino de Deus e a sua justiça, que todas essas coisas vos serão dadas de acréscimo. Assim, pois, não vos ponhais inquietos pelo dia de amanhã, porquanto o amanhã cuidará de si. A cada dia basta o seu mal. (Mateus, 6:19 a 21 e 25 a 34.)
7. Interpretadas à letra, essas palavras seriam a negação de toda previdência, de todo trabalho e, conseguintemente, de todo progresso. Com semelhante princípio, o homem limitar-se-ia a esperar passivamente. Suas forças físicas e intelectuais conservar-se-iam inativas. Se tal fora a sua condição normal na Terra, jamais houvera ele saído do estado primitivo e, se dessa condição fizesse ele a sua lei para a atualidade, só lhe caberia viver sem fazer coisa alguma. Não pode ter sido esse o pensamento de Jesus, pois estaria em contradição com o que disse de outras vezes, com as próprias Leis da Natureza. Deus criou o homem sem vestes e sem abrigo, mas deu-lhe a inteligência para fabricá-los. (Cap. XIV, item 6; cap. XXV, item 2.)
 
Não se deve, portanto, ver, nessas palavras, mais do que uma poética alegoria da Providência, que nunca deixa ao abandono os que nela confiam, querendo, todavia, que esses, por seu lado, trabalhem. Se ela nem sempre acode com um auxílio material, inspira as ideias com que se encontram os meios de sair da dificuldade. (Cap. XXVII, item 8.)
 
Deus conhece as nossas necessidades e a elas provê, como for necessário. O homem, porém, insaciável nos seus desejos, nem sempre sabe contentar-se com o que tem: o necessário não lhe basta; reclama o supérfluo. A Providência, então, o deixa entregue a si mesmo. Frequentemente, ele se torna infeliz por culpa sua e por haver desatendido à voz que por intermédio da consciência o advertia. Nesses casos, Deus fá-lo sofrer as consequências, a fim de que lhe sirvam de lição para o futuro. (Cap. V, item 4.)
 
8. A Terra produzirá o suficiente para alimentar a todos os seus habitantes, quando os homens souberem administrar, segundo as leis de justiça, de caridade e de amor ao próximo, os bens que ela dá. Quando a fraternidade reinar entre os povos, como entre as províncias de um mesmo império, o momentâneo supérfluo de um suprirá a momentânea insuficiência do outro; e cada um terá o necessário. O rico, então, considerar-se-á como um que possui grande quantidade de sementes; se as espalhar, elas produzirão pelo cêntuplo para si e para os outros; se, entretanto, comer sozinho as sementes, se as desperdiçar e deixar se perca o excedente do que haja comido, nada produzirão, e não haverá o bastante para todos. Se as amontoar no seu celeiro, os vermes as devorarão. Daí o haver Jesus dito: “Não acumuleis tesouros na Terra, pois que são perecíveis; acumulai-os no céu, onde são eternos.” Em outros termos: não ligueis aos bens materiais Buscai e achareis mais importância do que aos espirituais e sabei sacrificar os primeiros aos segundos. (Cap. XVI, itens 7 e seguintes.)
 
A caridade e a fraternidade não se decretam em leis. Se uma e outra não estiverem no coração, o egoísmo aí sempre imperará. Cabe ao Espiritismo fazê-las penetrar nele.
O Evangelho Segundo o Espiritismo - Capítulo XXV  Buscai e Achareis

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